Anderson Lindoso, da SECMA (na foto sendo homenageado na premiação The Best 2019) acredita que não haverá proibição de festas privadas, mas protocolos devem ser obedecidos para evitar a disseminação da Convid-19

 

O secretário de Estado da Cultura, Anderson Lindoso, reafirmou que  o Governo do Maranhão não fará nenhum grande evento público até que seja aprovada a vacina contra a Covid 19, portanto Réveillon e Carnaval, só em 2022.

Isso, entretanto, não vai impedir que os eventos particulares aconteçam, desde que sejam obedecidos os protocolos. “Manteremos a decoração natalina. E faremos pontos de fogos de artifício por toda a ilha no Réveillon para que as pessoas possam assistir de suas casas e locais de reunião familiar ou de amigos”, afirmou Anderson Lindoso.

De acordo com o secretário Anderson Lindoso, a grande preocupação é evitar as aglomerações e manter o protocolo de segurança para combater a pandemia, especialmente com o início do período natalino.

Em áudio gravado no portal do Governo do Estado, Anderson afirmou que “o Natal é um momento em que renovamos nossas esperanças. Pensamos também em toda a questão religiosa que é muito importante neste momento e nós não podemos deixar passar em branco. Faremos a decoração de natal em parceira com as prefeituras de São Luís e outras como a de Imperatriz, mas sem shows, sem eventos grandiosos para que as pessoas se aglomerem, justamente para que não experimentemos uma nova onda de contaminação da Covid-19”.

Ainda de acordo com Anderson, os fogos da virada não irão faltar ainda que possam ser vistos somente à distância, em diversos pontos da cidade. O secretário disse também que os shows que acontecem geralmente durante as festas, serão substituídos pelas famosas lives. Estas serão utilizadas através do envio de vídeo pelo edital da Lei Aldir Blanc.

Sobre o Carnaval 2021

Está cada vez mais difícil ter qualquer festa oficial de carnaval também, segundo Anderson Lindoso. Assim como em outros estados, aqui no Maranhão a festividade não deve acontecer no período tradicional. O secretário informou que tudo dependerá da chegada de uma vacina, por conta do risco grande de se disseminar uma nova onda e o estado se assemelhar a alguns países da Europa, que já enfrentam um novo bloqueio total e/ou parcial das atividades, o lockdown.

“Estados como Rio de Janeiro já cancelou, Salvador adiou. Nós vamos aguardar as eleições, para dialogar com as prefeituras e, analisando a conjuntura da epidemia, tomar uma decisão”, acentuou o titular da Secma.

Gostou? Compartilhe!
Share on Pinterest
Compartilhe com um amigo(a)










Enviar