O desembargador Froz Sobrinho assinou há quatro anos o convênio com a Maxtec para o desenvolvimento do programa “Começar de Novo” (Fotos/Divulgação)

 

Referência em Responsabilidade Social, o programa “Começar de Novo”, da Maxtec Serviços Gerais e Manutenção Industrial Eireli, está sempre fortalecido e conquistando novas parcerias.

Há quatro anos, a empresa vem garantindo a continuidade dos contratados nos postos de trabalho, mesmo no pós-cumprimento da pena. Ou seja, pessoas em situação de prisão e egressas do sistema prisional permanecem empregadas, mesmo após pagarem por suas condenações.

De acordo com a equipe da coordenação executiva da Unidade de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (UMF) do Poder Judiciário do Estado do Maranhão (TJMA), o programa “Começar de Novo” tem o desafio de fortalecer parcerias para ampliar cada vez mais o número de postos de trabalho para essa população.

A referida unidade é formada pela coordenadora executiva da UMF, Thaís Muniz; a chefe da divisão do Programa Começar de Novo, Perla Rocha, e pelas assistentes sociais da equipe técnica Jercenilde Silva e Flávia Costa.

Há quatro anos, a Maxtec e o Tribunal de Justiça desenvolvem o Programa Começar de Novo.
Redução da violência

“O Começar de Novo, gestores públicos e empresários são verdadeiros aliados na reconstrução de vidas e de famílias a cada porta de emprego que se abre para uma pessoa egressa do sistema prisional. Neste sentido a responsabilidade social da Maxtec tem se expressado na atenção a um dos grandes desafios que a sociedade enfrenta atualmente: a redução da violência e da reincidência ao crime por aqueles que passaram pelo cárcere, hoje colaboradores da empresa”, afirmou em comunicado a equipe do TJMA.

Saiba mais

Em 2016, durante a solenidade de inauguração do CTR da Maxtec, o desembargador Fróz Sobrinho, representante do Poder Judiciário do Maranhão, assinou um convênio com a empresa para a realização do “Começar de Novo”.

O programa visa à sensibilização de órgãos públicos e da sociedade civil para que forneçam postos de trabalho e cursos de capacitação profissional para presos e egressos do sistema carcerário, promovendo a cidadania e consequentemente reduzindo a reincidência da violência.

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