Augusto Diniz, diretor da operadora Maxx, empresa que oferece os serviços Móvel (telefonia celular); Play (TV a Cabo / Streaming), Voice (Telefonia Fixa) e Fibra (Internet Fibra Óptica).
No “Mês da Conscientização do Autismo”, e esse ano o tema nacional tem como slogan: “Lugar de autista é em todo lugar”. E vale lembrar dos grandes benefícios que a internet pode oferecer às pessoas com transtorno do espectro autista para se desenvolver e se relacionar.
Entre os principais benefícios estão o controle maior sobre o que falar e como se envolver com outras pessoas, e maior sensação de calma durante as interações. As redes sociais também oferecem oportunidades para que sejam encontradas pessoas com vivências parecidas, proporcionando ricas trocas e a formação de comunidades.
Ciente de sua função de empresa de conexão e transformação, a operadora Maxx orgulha-se em poder prestar o serviço para pessoas autistas. E nessa data destaca um cliente bem querido por todos na Maxx: João Lucas Gatinho Lobato, um assíduo usuário do serviço de internet da operadora. Ele tem seis anos e é autista, com uma história emocionante de conexão interpessoal conquistada recentemente através do uso do computador e do celular, usando a conexão de internet da Maxx para o seu desenvolvimento.
Com uma facilidade muito grande para o uso da internet, João Lucas é o que se pode chamar de uma criança conectada. Assiste vídeos no Youtube, gosta de gravar e ver vídeos curtos no aplicativo TikTok e sabe acessar a internet até melhor que os pais. Ele já sabe as letras do alfabeto, as cores, alguns números e tudo isso aprendeu usando o YouTube. Na época da pandemia, as aulas presenciais foram interrompidas e foi pela internet que o João Lucas seguiu fazendo terapia online.
“Depois que descobrimos como usar o TikTok ele melhorou muito a interação com o programa, ele já consegue tirar fotos e gravar vídeos, o que antes não conseguia por não interagir com a câmera. E isso trouxe um ganho de atenção e interação dele para conosco também ”, explica a mãe do menino Poliana Gatinho.
Ela lembra que é importante reforçar a necessidade de mais inclusão e menos capacitismo para com as pessoas com autismo.



