Sob a condução da Escola Superior do Ministério Público do Maranhão, o FUNBIO (Fundo Brasileiro Para a Diversidade) dá início aos encontros presenciais dos Diálogos pelo Clima, no próximo dia 25 de novembro, em São Luís.
Ao longo de todo o dia, convidados como integrantes do Ministério Público estadual e federal e representantes da sociedade civil como Instituto Igarapé e The Nature Conservancy (TNC Brasil) vão debater o tema “Instrumentos econômicos e financeiros de curto, médio e longo prazo como forma de apoio às metas climáticas assumidas pelo Brasil”.
O evento faz parte da parceria fechada entre o FUNBIO e o Ministério Público do Maranhão na busca da construção de possíveis soluções legais para os desafios da conservação ambiental no contexto das mudanças climáticas. Os encontros, presenciais, terão foco em soluções específicas para as questões locais, que possam ser levadas e implementadas nos territórios.
“O Maranhão foi o primeiro estado a abrir as portas para essa parceria inédita e inclusiva e nosso objetivo é fechar acordo semelhante também com os Ministérios Públicos nos estados do Amazonas, Pará, Mato Grosso e Minas Gerais”, explica Andréia Mello, coordenadora do Diálogos pelo Clima. “A ideia dos encontros é permitir a construção conjunta de caminhos e soluções que viabilizem os diferentes instrumentos econômicos e financeiros que atuam para evitar o desmatamento e combater as mudanças climáticas. Mas também criar alinhamentos que unam a preservação da natureza com o desenvolvimento socioeconômicos das comunidades locais da Amazônia e do Cerrado”, diz.
Neste primeiro encontro, além dos debatedores, estarão presentes Karla Adriana Vieira, do Ministério Público do Maranhão; Eduardo Jorge Hiluy Nicolau, procurador-geral de Justiça; e Mariléa Campos dos Santos Costa, presidente da Comissão de Gestão Ambiental do Ministério Público do Maranhão.
A série Diálogos pelo Clima começou em junho com seis encontros online, que agora entram numa nova etapa, presencial. A iniciativa faz parte do Programa COPAÍBAS – Comunidades Tradicionais, Povos Indígenas e Áreas Protegidas nos biomas Amazônia e Cerrado, que tem o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO) como gestor técnico e financeiro e a Iniciativa Internacional da Noruega pelo Clima e Florestas (NICFI), como financiadora.




