Liberal conservador, Eduardo Andrade lança candidatura a Câmara Municipal de São Luís agradando em cheio a mulherada (Foto/Divulgação)

 

Com linha política independente, desvinculada da classe política tradicional, o candidato a vereador de São Luís pelo PSL, Eduardo Andrade, não está agradando o eleitorado feminino só pela boa aparência, mas também pelas propostas.

Acaba de apresentar em sua campanha o projeto Defenda Uma Mulher, voltado para o acolhimento de mulheres em situação de violência doméstica. Segundo Eduardo, ludovicense de 34 anos, boa parte das mulheres que sofrem violência doméstica acabam não se separando ou denunciando os abusos por não ter um lar para onde ir com os filhos.

“O projeto possui casas de apoio em comunidades, onde a casa funciona como creche que as mães da comunidade podem deixar seus filhos, com custos baixos para essas mães. Dessa forma gerando renda para cada casa se manter sozinha”, destaca Eduardo Andrade.

Vale lembrar

Lembrando que a violência contra a mulher sempre foi uma questão gravíssima no Brasil. Em 2019, de acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, a cada dois minutos era criado um Boletim de Ocorrência em alguma delegacia do país com denúncia de vítima no convívio doméstico. O problema já era imenso e ficou pior com o necessário isolamento social, decorrente da pandemia pela Covid-19.

Desde o início da quarentena, em março, o número de denúncias recebidas pelo canal Ligue 180, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), aumentou 17,9%, em todo o país, em comparação com o mesmo período de 2019. No mês seguinte, em abril, o crescimento foi de 37,6%.

Segundo o candidato, as mulheres que são defendidas pelo projeto seriam treinadas para atender as crianças da creche e nessa mesma casa elas morariam com seus filhos (caso tenha).

Linha de ação em 8 metas

1- Triagem da mulher agredida

2- Auxílio jurídico (Processo contra o agressor e fiscalização do cumprimento de medida protetiva e etc).

3- Tratamento psicológico para mulher e filhos.

4- Acompanhamento de assistente social.

5- Promoção de curso profissionalizante, atividades autônomas ou empreendedorismo.

6- indicações para o mercado de trabalho por meio de empresas parceiras que fazem a contratação.

7- Finaliza o processo e abre espaço para outra mulher poder ser defendida e a que foi beneficiada tem o compromisso de ajudar o desenvolvimento do projeto para que a corrente de defesa da mulher prossiga.

8- Criar um projeto de lei com incentivo fiscal para empresas e empregadores absorverem mulheres vítimas de agressão doméstica.

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