O vice-governador Carlos Brandão vem sendo muito elogiado pela articulação política pró candidatura de Duarte Junior para Prefeitura de São Luís (Foto/Divulgação)
A aclamada historiadora Emília Viotti da Costa eternizou um grande pensamento: “Um povo sem memória é um povo sem história”. As forças políticas constantemente nos levam ao passado para nos explicar o presente. E não seria diferente com a política maranhense.
Prestes a vivenciarmos um segundo turno que certamente entrará para a história ludovicense, assistimos também à atuação de um vice-governador com real visão de estadista.
Homem de gestos políticos e de muito jogo de cintura, Carlos Brandão segue trilhando um caminho considerado, por muitos, estratégico, em sua essência.
Afinal, elevar-se da condição de vice-governador de primeiro mandato e chegar fortalecido ao lado de Flávio Dino para o seu segundo mandato, com a mesma firmeza e lealdade que lhe são características, sem dúvida não é algo para amadores.
Hoje, Brandão se prepara para alcançar algo inédito nas eleições municipais de São Luís: aliar as forças de seu partido, o Republicanos, ao trabalho parceiro com o Governo do Estado atual.
Aliás, tudo indica que este é um importante preparativo para a sua própria sucessão a Flávio Dino, tida como bem próxima de acontecer, pelos observadores de plantão.
Enxergando em Duarte Júnior esse potencial para abocanhar a Prefeitura de São Luís, prontamente o apresentou à direção nacional do Republicanos, da qual faz parte, e logo conquistou a adesão a esse projeto político.
De lá para cá, foram movimentadas as peças de um tabuleiro que já podemos visualizar bem o jogo: se Duarte Júnior tornar-se prefeito da Ilha, Brandão sacramenta a sua maior conquista.
Caso não, o simples fato de ser o principal responsável pela disputa de Duarte contra Braide, dentre tantas opções da base dinista, o consagra grande mentor e liderança de peso para os capítulos de 2022 que estão por vir.



