Trabalho científico do Lacmar e Hemomar ganha destaque em congresso

Nedilson Machado
A farmacêutica-bioquímica do HEMOMAR, Gabriela Alves Bernadinho, junto ao painel do trabalho científico feito em parceria com equipes do Laboratório Lacmar; em destaque no Congresso Brasileiro de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular em São Paulo (Foto/Divulgação)

 

O trabalho científico intitulado “Perfil de Doenças Onco-Hematológicas, Triadas por Hemograma, em Pacientes Atendidos em Unidades de Pronto Atendimento (UPA 24h)”, foi produzido pela equipe de Farmacêuticos-Bioquímicos, especialistas em Hematologia, do Laboratório LACMAR e coordenado pela assessora científica do Laboratório LACMAR, Dra. Elda Pereira Noronha Avila.

Esse estudo foi apresentado em São Paulo, na modalidade de poster no Congresso Brasileiro de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular; o maior congresso da área do Hemisfério Sul. O trabalho objetivou determinar o perfil das doenças onco-hematológicas, triadas por hemogramas, em pacientes atendidos em seis UPAs da Ilha Upaon-Açu.

Constatou-se que no período do estudo, de janeiro/2021 a junho/2022, foram identificados por meio do hemograma automatizado e da análise microscópica do sangue, pelos especialistas do Laboratório LACMAR, um total de 72 pacientes com diversos tipos de doenças onco-hematológicas; sendo os casos de Leucemias Agudas os mais frequentes.

A farmacêutica-bioquímica do Laboratório de Hematologia do HEMOMAR, Gabriela Alves Bernadinho, que colaborou com o estudo e apresentou o trabalho no Congresso, relata a experiência:

“Participar desse Congresso foi uma oportunidade importante para trocas de experiências e aprendizados junto aos grandes nomes da Hematologia do Brasil. A apresentação do trabalho visou mostrar que as UPAs são portas de entrada para muitos pacientes com neoplasias hematológicas, ainda não diagnosticadas, e ressalta a importância do exame de hemograma e da avaliação microscópica criteriosa por profissionais qualificados, para o direcionamento de um diagnóstico correto e mais rápido; e o encaminhamento desses pacientes para setores mais especializados, aumentando desta forma as suas chances de vida. É gratificante saber que um trabalho de qualidade pode ser realizado em prol de pacientes da rede pública”, declarou Gabriela.

Compartilhe este artigo