Missão Empreendedora do Sebrae reúne mais de 240 estudantes durante Feira das Profissões da UFMA

Nedilson Machado
Estande da instituição recebeu estudantes do Ensino Médio com experiências interativas da Missão Empreendedora e informações sobre possibilidades de desenvolvimento profissional e empreendedorismo (Fotos/Divulgação)

 

Descobrir habilidades, experimentar novas possibilidades e pensar no futuro profissional também passa pelo desenvolvimento de uma atitude empreendedora. Foi com essa proposta que o Sebrae Maranhão participou da Feira das Profissões da UFMA 2026, realizada nos dias 16 e 17 de setembro, no Centro de Convenções da Cidade Universitária, em São Luís. A instituição levou ao evento a Missão Empreendedora e apresentou o Supernova Sebrae aos estudantes. Mais de 240 participantes passaram pelas ativações da Missão Empreendedora ao longo dos dois dias.

Voltada principalmente para estudantes do Ensino Médio, a Feira das Profissões é um momento de aproximação entre os jovens e o universo acadêmico e profissional. Ao conhecer cursos, áreas de atuação e diferentes possibilidades para o futuro, os estudantes têm a oportunidade de ampliar suas referências antes de tomar decisões sobre a carreira.

No estande do Sebrae, os visitantes puderam conhecer, de forma prática e interativa, aspectos relacionados ao comportamento empreendedor. A Missão Empreendedora, ativação que também esteve presente na Feira do Empreendedor 2026, propõe desafios e experiências que estimulam competências como criatividade, comunicação, liderança, inovação, proatividade e trabalho em equipe.

A proposta chamou a atenção dos estudantes. “A educação empreendedora, para mim, agora que passei pelo estande do Sebrae, é a criação de ideias pessoais em forma de realização, de transformar o teu próprio ideal em uma empresa ou algo que pode ter um retorno financeiro”, afirmou Kayck Gonçalves, aluno do 3º ano do ensino médio.

Para Raimundo Oliveira, também estudante do 3º ano, a educação empreendedora amplia a preparação para quem pretende construir uma empresa. “Aprendi aqui no estande do Sebrae que a educação empreendedora é mais um conhecimento sobre nosso comportamento e sobre administrar um próprio negócio que a gente tem e é, como meu amigo acabou de falar, aprender sobre como criar microempresas e grandes empresas”, explicou.

Já o aluno Danilo Sodré relaciona a consciência empreendedora à construção de perspectivas para o futuro. “Para mim, é uma consciência. E essa consciência empreendedora você usa para ter uma empresa e construir um futuro melhor para si mesmo”, destacou o estudante.

A coordenadora estadual de Educação Empreendedora do Sebrae Maranhão, Mayna Braga, explica que levar o empreendedorismo para o ambiente educacional significa trabalhar competências que podem acompanhar o estudante em diferentes momentos da vida profissional. A proposta é desenvolver um comportamento diante das oportunidades e dos desafios.

“A educação empreendedora trabalha muito além da ideia de abrir uma empresa. Ela ajuda o estudante a desenvolver um comportamento empreendedor, a reconhecer suas potencialidades, identificar oportunidades, tomar decisões e buscar soluções”, explica Mayna.

Do primeiro contato à transformação de ideias

Além da experiência proporcionada pela Missão Empreendedora, o Sebrae apresentou aos estudantes o Supernova, programa que aproxima universitários do empreendedorismo e da inovação. A iniciativa oferece uma jornada de desenvolvimento de ideias, com formação e orientação para que os participantes possam transformar problemas e oportunidades em soluções.

Para além da possibilidade de criar um negócio, a educação empreendedora também convida o estudante a olhar para a própria trajetória como algo que pode ser construído e desenvolvido. “Empreender também pode significar empreender em si mesmo, investir no próprio desenvolvimento e construir, desde cedo, uma visão sobre o futuro”, destaca a gestora.

Para Mayna Braga, a presença da instituição na Feira amplia o contato dos jovens com diferentes possibilidades de futuro e mostra que o comportamento empreendedor pode ser desenvolvido independentemente da profissão escolhida. “Muitos estudantes na Feira se perguntando qual profissão devem escolher, mas a nossa provocação vai além disso: qual o problema eles querem ajudar a resolver e que impacte o mercado e a sociedade?”, finaliza.

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