Os produtores rurais possuem, na energia renovável, segundo Simplício Araújo, um excelente mecanismo para reduzir custos e, com isso, aumentar a produtividade.
O presidente do Conselho Nacional dos Secretários de Desenvolvimento Econômico (Consedic) e secretário de Indústria, Comércio e Energia do Maranhão (Seinc), Simplício Araújo, nos dar uma boa notícia.
Afirmou ainda há pouco que as linhas de créditos existentes atualmente no país podem alavancar as oportunidades para o uso de energia solar na agricultura. Segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a energia elétrica é um dos itens que mais pesa na planilha de custos dos produtores.
Na opinião de Simplício Araújo, diante desta realidade, a tendência é que a energia solar seja uma das principais fontes de energia. Os painéis solares possuem uma eficiência excelente e o valor de investimento diminui com o passar do tempo.
“Apenas citando um exemplo, o Banco do Brasil lançou o BB Agro Energia, linha de financiamento voltado para o uso de energias renováveis no meio rural que abrange tanto pessoas físicas quanto jurídicas. Há uma previsão que sejam liberados, em 2017, mais de R$ 2 bilhões para que os interessados possam instalar placas fotovoltaticas, aerogreradores ou biogeradores”, destacou Simplício Araújo.
De acordo com o secretário, áreas como suinocultura e avicultura, que possuem consumo de energia bastante elevado, podem se beneficiar das linhas de financiamento.



