No total, o estado manteve o 4º maior estoque de empregos formais do Nordeste e o 16º do país (Foto/Divulgação)
Os setores Industrial e da Construção criaram, juntos, 532 empregos formais no Maranhão em julho de 2026, cerca de 81% do saldo de 654 vagas registrado no estado. A Construção respondeu por 379 postos, enquanto a indústria abriu 153 vagas. Os dados constam no Panorama Empresarial da Indústria de agosto, elaborado pelo Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA), com base no Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.
O Maranhão registrou 23.791 admissões e 23.137 desligamentos no mês. Com o saldo, o estoque de empregos formais chegou a 647.248 vínculos, aumento de 0,10% em relação a junho. A Construção apresentou o maior saldo entre os setores econômicos do estado. Serviços criou 302 vagas, Comércio abriu 212 postos e Indústria registrou 153. A Agropecuária encerrou o mês com perda de 392 empregos, o que reduziu o saldo total maranhense.
A Indústria e a Construção somaram 118,9 mil vínculos, equivalentes a 18,37% dos empregos formais do Maranhão. Desse total, a Construção reuniu 59.579 trabalhadores e a Indústria, 59.333.
Na indústria, a Transformação concentrou 49.383 vínculos, ou 83,23% do estoque do setor. O segmento também registrou saldo de 153 vagas em julho. A Indústria Extrativa abriu nove postos, enquanto os serviços industriais de utilidade pública perderam nove.
Na Construção, a atividade de construção de edifícios criou 180 vagas, as obras de infraestrutura abriram 169 postos e os serviços especializados registraram saldo de 30 empregos. Construção de edifícios e obras de infraestrutura concentraram, juntas, 52.072 vínculos.
O Maranhão manteve o quarto maior estoque de empregos formais do Nordeste e o 16º do país. Apesar dessa posição, em julho apresentou o menor saldo de novas vagas entre os nove estados nordestinos.




