Visão estratégica e liderança: revista ATrinca Real Estate desenha a bem sucedida trajetória de André Neves no mercado imobiliário maranhense e nacional (Fotos/Divulgação)
A edição de abril da revista ATrinca Real Estate coloca sob os refletores o talento maranhense. O destaque é o empresário e corretor André Neves, que compartilha sua trajetória de sucesso em uma entrevista inédita, divulgada na íntegra pelo Blog do Ned.
Mais que uma publicação, a ATrinca é um ecossistema 360° liderado por gigantes como Joel Jota, Flávio Augusto, Caio Carneiro e Cézar Haik. Focada em educação e networking, a comunidade refuta atalhos e aposta no preparo técnico para acelerar o setor.
À frente da André Neves Inteligência Imobiliária no Maranhão e sócio-fundador da ATrinca, André agora expande sua visão estratégica para o nível nacional. A iniciativa reforça a evolução do mercado imobiliário brasileiro — um setor que vive forte expansão e exige novos modelos de negócios. Com foco em mentalidade e colaboração, a ATrinca Real Estate consolida-se como o novo referencial de excelência e inovação em todo o país. A seguir a entrevista de André Neves:
Quem é o André Neves além dos negócios, dos imóveis de altíssimo padrão e do Grupo André Neves? O que te move hoje, e em que fase da vida e da carreira você se sente?
Sou um cara que veio de uma base simples, que errou, aprendeu, caiu e levantou muitas vezes. Antes de qualquer resultado, existe um processo. E o que me define não é o mercado de alto padrão, nem o Grupo André Neves… é a mentalidade de evolução constante.
Sou movido por propósito. Hoje, mais do que vender imóveis de luxo, eu quero provar que é possível sair de qualquer realidade e construir algo grande com disciplina, visão e posicionamento. O dinheiro e os negócios são consequência, não o fim. O que me move hoje é impacto. É ver pessoas que estão comigo crescendo, se destravando, mudando de vida. É construir algo que vá além de mim.
Eu não quero ser só um nome forte no mercado… eu quero ser referência de transformação. Estou numa fase de expansão com consciência. Já passei da fase de sobrevivência, já provei capacidade, já validei meu modelo. Agora é a fase de escalar, mas com estratégia, com legado e com intenção clara. Hoje eu jogo um jogo maior. Não é mais sobre vender; é sobre construir marca, formar líderes e deixar um caminho. E, no fundo… continuo com a mesma essência: inconformado, disciplinado e com fome de crescer, mas agora com direção.
Como foi sua trajetória desde o Maranhão até se tornar referência nacional no segmento de imóveis de alto padrão e fundador do Grupo André Neves? Quais foram os pontos de virada que mais definiram quem você se tornou como profissional?
Sou maranhense, criado em uma realidade simples, com valores fortes dentro de casa, mas também cercado por escolhas erradas no início da vida. Muito cedo eu entendi duas coisas: ou eu continuava no automático, ou eu assumia o controle da minha história.
O primeiro grande ponto de virada foi a decisão de mudar a mentalidade. Não foi dinheiro, não foi oportunidade… foi decisão. Quando entendi que ninguém viria me salvar e que o resultado dependia exclusivamente de mim, tudo começou a mudar.
Depois veio o processo. Trabalhei com o que apareceu: panfletagem, ações e, depois, no McDonald’s, onde aprendi disciplina, padrão e execução. Ali foi uma escola prática de vida. Em seguida, no mercado de bebidas, dentro do sistema Skol, comecei a desenvolver algo que virou uma das minhas maiores forças: a capacidade comercial. Vender em regiões difíceis, lidar com pressão, meta e rejeição… isso me construiu.
Outro ponto de virada foi quando entendi que resultado sem postura não sustenta crescimento. Comecei a trabalhar minha imagem, minha comunicação e meu posicionamento. Foi aí que deixei de ser só mais um bom vendedor para me tornar alguém preparado para liderar.
A entrada no mercado imobiliário foi estratégica, mas o diferencial não foi o mercado, foi a forma como eu entrei nele. Enquanto muitos esperavam oportunidade, eu me posicionei. Estudei o alto padrão, entendi o comportamento do cliente e construí autoridade antes mesmo de ter todos os resultados. E aí veio um dos maiores pontos de virada: parar de vender imóvel e começar a vender valor, visão e segurança. O cliente de luxo não compra produto, compra confiança. Quando entendi isso, o jogo mudou.
A criação do Grupo André Neves foi consequência de tudo isso: visão, consistência e construção de marca. Não foi do dia para a noite. Foi tijolo por tijolo, com erros, ajustes e evolução constante. Hoje, olhando para trás, os pontos que mais me definiram foram:
A decisão de mudar de vida (mentalidade);
A base de disciplina e execução (formação prática);
O desenvolvimento da habilidade comercial (vendas sob pressão);
O posicionamento e construção de imagem (autoridade);
A virada de chave do produto para o valor (alto padrão);
E, principalmente, a consistência. Eu não parei.
Eu não cheguei até aqui por sorte, nem por atalhos. Foi clareza de onde eu queria chegar, coragem para pagar o preço e disciplina para continuar, mesmo quando não era confortável. E o mais importante: eu ainda me vejo no meio do caminho.
Você construiu uma referência no segmento de altíssimo padrão, resorts internacionais, investidores exigentes, experiências exclusivas. Mas o que quase ninguém vê por trás de quem opera nesse nível? Qual foi o preço real de chegar até aqui?
Construir uma referência no alto padrão tem muito glamour por fora… mas, por dentro, o jogo é outro. O que quase ninguém vê é que esse nível exige uma versão sua que não aceita mais desculpas. Não é só sobre vender caro, é sobre pensar grande o tempo inteiro, sustentar a pressão e tomar decisões com pessoas que não toleram amadorismo.
O preço real começa no ambiente. Você precisa, muitas vezes, se afastar de contextos, hábitos e até pessoas que não acompanham o nível em que você decidiu jogar. Não é soberba… é alinhamento. Crescer, em muitos momentos, é um processo solitário.
Depois vem o preço emocional. Operar com investidores exigentes, negócios de alto valor e experiências exclusivas significa lidar com expectativa alta o tempo inteiro. Você não pode oscilar. Não existe “dia ruim” quando você representa segurança para alguém que está colocando milhões na mesa.
Tem também o preço da disciplina. Enquanto muita gente está relaxando, você está estudando o mercado, ajustando posicionamento, se preparando para reuniões e construindo autoridade. É repetição, consistência e padrão alto todos os dias, mesmo quando ninguém está vendo.
Outro ponto é o preço da responsabilidade. Quando você cresce, não é mais só sobre você. Tem equipe, parceiros, clientes e gente olhando para você como referência. Suas decisões passam a impactar vidas. Isso pesa e te obriga a amadurecer rápido.
E, talvez, um dos maiores preços seja abrir mão da versão antiga de si mesmo. Há fases da vida em que você simplesmente não cabe mais. Pensamentos, comportamentos, até limites… tudo precisa ser atualizado. Mas tem um ponto importante: não é um preço que eu pago reclamando. É um preço que eu escolhi pagar. Porque, do outro lado disso, existe algo maior: liberdade de escolha, construção de legado, capacidade de gerar impacto real e a oportunidade de mostrar para outras pessoas que também é possível.
O luxo que eu vendo hoje é consequência. O verdadeiro valor está na construção que ninguém vê.
Como está estruturado o Grupo André Neves hoje — sua operação, seu time e sua metodologia? Que nível de responsabilidade exige trabalhar no segmento de luxo?
Hoje, o Grupo André Neves não é mais uma operação baseada apenas em vendas; é uma estrutura pensada para gerar previsibilidade, posicionamento e escala dentro do alto padrão. A base está em três pilares: operação, time e metodologia.
Operação: estrutura com foco em resultado. A operação hoje é dividida de forma estratégica: captação qualificada (não é sobre volume, é sobre ter os ativos certos, com liquidez, localização estratégica e aderência ao perfil do cliente); inteligência comercial (análise constante de mercado, perfil de cliente e comportamento de compra — nada é baseado em “achismo”); marketing e posicionamento (construção de autoridade e geração de demanda qualificada para atrair o cliente certo); conversão e relacionamento (processo estruturado com foco em experiência e segurança); e pós-venda e recorrência (relacionamento contínuo para transformar a venda em algo de longo prazo). No luxo, o improviso custa caro.
Time: pessoas preparadas para operar em outro nível. O time não é formado apenas por corretores, mas por profissionais preparados para lidar com clientes exigentes. Busco pessoas com mentalidade de crescimento, capacidade de execução, postura e comunicação alinhadas ao alto padrão. São profissionais que entendem que não estão vendendo um imóvel, mas representando uma marca e lidando com decisões de alto valor. Não existe espaço para amadorismo.
Metodologia: o que sustenta tudo. Nossa metodologia baseia-se em três frentes: posicionamento (o profissional precisa ser percebido como autoridade); processo (cada etapa da jornada, da abordagem ao fechamento, é estruturada); e performance (acompanhamento de indicadores). Isso gera consistência de resultados.
Inteligência imobiliária no luxo significa sair do modo “oferta e demanda” e entrar no modo estratégia e precisão. Na prática, é conectar o ativo certo à pessoa certa, com a narrativa certa. O nível de responsabilidade é máximo: você lida com decisões de milhões e influencia o patrimônio de alguém. Ou você está preparado, ou o mercado o expõe.
Você afirma que o propósito do seu trabalho é gerar experiências, valor e confiança, não apenas vender imóveis. Como essa filosofia se traduz na prática diante de um cliente exigente? O que é preciso dominar que nenhum curso ensina?
Falar em experiência e confiança é bonito, mas no alto padrão isso precisa aparecer em cada detalhe. Quando estou diante de um cliente exigente, não começo falando do imóvel. Começo entendendo quem é aquela pessoa e o que aquela compra representa. No luxo, o imóvel é status, proteção de patrimônio, estilo de vida e legado.
Na prática, isso se traduz em:
Escuta estratégica: Ouço mais do que falo, com atenção ao que é dito e, principalmente, ao que não é dito.
Leitura de perfil em tempo real: Identifico rapidamente se o cliente é racional ou emocional, se busca investimento ou status. Isso muda a condução da conversa.
Construção de narrativa: Eu não apresento um imóvel, eu construo um cenário. Conecto o ativo à vida do cliente. Ele precisa se ver dentro daquilo.
Controle de processo: O cliente pode ter o capital, mas quem conduz o processo sou eu — com elegância e firmeza. Confiança vem de direção.
Segurança na decisão: Elimino o risco percebido antecipando dúvidas e trazendo clareza. O cliente de alto padrão não quer pressão; ele quer certeza.
O que nenhum curso ensina?
A leitura humana profunda, o autocontrole emocional para estar no mesmo nível de energia do cliente sem se diminuir, a presença que sustenta a autoridade antes mesmo de abrir a boca, o timing de fechamento e a verdade. No luxo, personagens não se sustentam. Experiência, valor e confiança são percepções construídas na consistência. O cliente pode até esquecer o imóvel, mas nunca esquecerá como você o fez sentir ao tomar a decisão.
Qual foi o momento mais difícil da sua trajetória? E como você superou? O que esse momento te ensinou sobre resiliência, sobre o mercado e sobre você mesmo, que nenhum sucesso conseguiria ter ensinado?
Se tem uma coisa que molda de verdade um profissional, não é o topo, é o vale. Um dos momentos mais difíceis da minha trajetória foi quando eu já tinha resultado, já tinha reconhecimento, mas percebi que aquilo ainda não era o nível de construção que eu queria deixar. Eu estava bem… mas não estava no lugar certo. E isso é perigoso, porque o “bom” muitas vezes te impede de buscar o “extraordinário”.
Foi um momento de ruptura interna. De entender que crescer não é só ganhar mais, é mudar ambiente, mentalidade, padrão de entrega e, principalmente, assumir o preço disso. E teve um ponto ainda mais duro: as pessoas não entenderam meu posicionamento. Muitos julgaram, questionaram decisões, acharam que eu estava complicando o que já estava “dando certo”. E isso faz parte, porque quando você muda de nível, você automaticamente deixa de ser compreendido por quem ainda está preso ao nível anterior.
Tive que recomeçar em alguns aspectos. Reposicionar minha forma de atuar, ajustar a rota, tomar decisões que, no curto prazo, pareciam retrocesso. E talvez essa seja uma das maiores provas de resiliência: ter coragem de dar um passo estratégico para trás quando todo mundo acha que você deveria só manter.
O que isso me ensinou? Sobre resiliência: não é sobre aguentar pancada, é sobre ter clareza no meio do caos; quem sabe onde quer chegar suporta o processo sem se perder. Sobre o mercado: ele não respeita esforço, respeita posicionamento; você pode trabalhar muito e ainda assim estar no lugar errado, com a estratégia errada e falando com o público errado. E sobre mim: que eu não fui feito para ser comum. E isso não tem nada a ver com ego, tem a ver com responsabilidade. Quando você entende o nível em que pode operar, aceitar menos vira uma forma de negligência. Nenhum sucesso teria me ensinado isso. Porque o sucesso, muitas vezes, mascara falhas. Já a dificuldade expõe e, se você tiver maturidade, ela te lapida. No fim, aquele momento não me quebrou. Ele me alinhou.
Qual é o conselho mais honesto que você daria para um profissional que quer entrar ou crescer no segmento de imóveis de alto e altíssimo padrão? O que ele precisa entender sobre esse mercado, sobre o cliente, sobre posicionamento, sobre o jogo longo, que quase ninguém conta?
O conselho mais honesto que eu posso dar é simples e duro: o mercado de alto padrão não é um lugar para quem está “tentando”. É para quem decidiu. Muita gente quer entrar nesse segmento achando que é só mudar o produto… mas o jogo não é o imóvel, é o nível de quem está conduzindo.
Primeiro, entenda o cliente: no alto e altíssimo padrão, você não está lidando com necessidade, está lidando com escolha. Esse cliente não compra porque precisa, ele compra porque faz sentido. E, muitas vezes, o sentido não é racional: é percepção, confiança, momento, status, segurança. Se você não souber ler isso, você não participa da decisão.
Segundo, posicionamento: você não pode querer vender luxo vivendo e se comunicando com padrão médio. E isso não é sobre ostentação, é sobre coerência. Sua imagem, sua fala, sua postura, seu nível de organização… tudo comunica. No luxo, desalinhamento custa caro; às vezes, custa o cliente.
Terceiro, o jogo longo: esse é um mercado de construção, não de improviso. Relacionamento aqui não se cria em uma visita, se constrói ao longo do tempo, com consistência, discrição e entrega. Quem entra pensando em ganhar rápido, sai rápido. Quem entende que está plantando reputação, colhe autoridade.
E tem um ponto que quase ninguém fala: você precisa aprender a filtrar. O cliente de alto padrão também mede o profissional. Nem todo lead merece a sua energia. Saber dizer “não” é tão importante quanto saber fechar. Por fim, entenda isso: é sobre se tornar o tipo de profissional que aquele lugar exige.
Você faz parte do Ecossistema da ATrinca Real Estate, que tem como mentores Cézar Haik, Joel Jota, Flávio Augusto e Caio Carneiro. O que te levou a apostar nessa comunidade, e o que essa parceria representa para você, tanto como profissional quanto como maranhense que construiu uma referência nacional no mercado imobiliário?
O que me levou a apostar no Ecossistema da ATrinca não foi hype, foi alinhamento. Quando você olha para nomes como Cézar Haik, Joel Jota, Flávio Augusto e Caio Carneiro, você não está olhando só para sucesso. Você está olhando para construção, consistência e mentalidade de longo prazo. E foi exatamente isso que eu busquei.
Chega um momento da trajetória em que resultado já não é mais suficiente. Você precisa de ambiente. O ambiente sempre vence. Ambiente que te confronte, que eleve seu padrão e que não aceite versões medianas daquilo que você pode ser. A ATrinca, para mim, representa isso: um ecossistema onde o nível da conversa muda, onde disciplina, execução, posicionamento e visão deixam de ser discurso e passam a ser exigência.
Como profissional, essa parceria reforça algo que eu sempre acreditei: não existe crescimento sustentável sem estar próximo de quem já opera em alto nível. Você até pode ir rápido sozinho… mas longe, só com as conexões certas.
E como maranhense, isso tem um peso ainda maior. Porque eu sei de onde eu vim. E sei que, muitas vezes, existe uma limitação geográfica na cabeça das pessoas, como se grandes referências só pudessem vir dos grandes centros. Fazer parte de um ecossistema nacional ao lado de nomes desse porte não é só sobre mim. É sobre mostrar que dá para construir autoridade, consistência e relevância saindo de São Luís, do Maranhão, e ocupando espaço no cenário nacional com propriedade. No fim, não é sobre estar na ATrinca. É sobre ser o tipo de profissional que faz sentido estar nesse nível de jogo. E isso, para mim, é responsabilidade, não status.
Se você pudesse voltar e falar com o André que estava começando, o maranhense que ainda estava construindo seu espaço no mercado nacional, o que você diria? O que essa versão mais experiente sabe hoje que teria mudado muito se soubesse antes?
Eu diria algo simples, mas que mudaria muita coisa: não tente ser aceito, construa respeito. No começo, existe uma tendência natural de querer provar valor para todo mundo. De querer ser validado, reconhecido, entendido. E isso custa caro, porque te faz gastar energia com quem não está no seu destino.
Eu diria: escolhe melhor o ambiente, porque ele vai acelerar ou travar a tua vida. Nem todo lugar merece o teu nível de entrega. Também diria para ter mais paciência com o processo, mas mais intolerância com a mediocridade. Paciência não é aceitar pouco, é continuar construindo mesmo quando o resultado ainda não apareceu.
Outra coisa que eu falaria: aprenda mais cedo a filtrar pessoas. Nem todo mundo que começa com você vai continuar. Nem todo mundo que te aplaude quer te ver crescer. E nem todo mundo que te critica está errado; às vezes, é ali que está o ajuste que você precisa.
E talvez uma das principais: vai doer ser incompreendido… mas isso faz parte. Quando você começa a subir o nível, muita gente não entende, julga, critica, tenta te encaixar de volta no lugar onde você já não cabe mais. Se eu tivesse entendido isso antes, teria sofrido menos com a opinião de quem nunca construiu o que eu estava tentando construir.
E, por fim, eu diria algo que hoje é muito claro para mim: resultado abre portas, mas é o posicionamento que faz você permanecer. Trabalhe desde cedo a tua forma de pensar, de se comunicar, de se apresentar ao mercado. Porque chega uma hora em que não é mais sobre quanto você vende, é sobre quem você se tornou. No fundo, eu não mudaria a trajetória. Mas eu encurtaria o tempo de consciência. Porque quando você entende o jogo mais cedo, você para de jogar pequeno, mesmo quando ainda está começando.



