Base da Lagoa recebe mais uma edição do Clube 40+ nesta sexta-feira (18)

Nedilson Machado
Raqquel, Luciano Priss, Sandro Oliver, Glaydson Botelho e DJ Arsênio Filho comandam essa viagem musical cheia de nostalgia e alegria (Foto/Ilustração)

Nostalgia, música boa e aquela vontade de dançar até o último hit prometem tomar conta da Base da Lagoa nesta sexta-feira (18), a partir das 19h. A quarta edição do Clube 40+ chega com a proposta de reunir diferentes gerações em uma noite dedicada aos grandes sucessos dos anos 80, 90 e 2000 — décadas que, ao contrário do que muita gente imaginava, continuam mais vivas do que nunca.

Basta dar uma olhadinha nas redes sociais para perceber: músicas que embalaram festas, romances, encontros e pistas de dança estão novamente nos vídeos, nas playlists e nos feeds. É a chamada onda retrô, que conquistou tanto quem viveu intensamente aquelas décadas quanto os mais jovens, que agora descobrem — e dançam — os clássicos que nunca perderam a graça.

E é justamente nessa mistura de memória afetiva com energia de pista que o Clube 40+ aposta. A festa acontece na Base da Lagoa, na Lagoa da Jansen, próximo à quadra de tênis, e terá um time de atrações locais preparado para colocar o público para cantar, dançar e, claro, recordar bons momentos.

No palco, os cantores Raqquel, Luciano Priss e Sandro Oliver prometem um repertório recheado de sucessos e releituras que atravessaram gerações. Nas picapes, os DJs Glaydson Botelho e Arsênio Filho assumem o comando da pista com aqueles hits que dispensam apresentação e que, quando começam a tocar, é quase impossível ficar parado.

Uma noite para matar a saudade

Mais do que uma festa, o Clube 40+ se apresenta como um encontro de gerações em torno da música. É aquela oportunidade perfeita para rever amigos, reunir a turma, lembrar histórias e descobrir que algumas canções simplesmente não envelhecem.

A quarta edição promete, portanto, uma noite para quem tem boas lembranças dos anos 80, 90 e 2000 — e também para quem nasceu depois, mas já sabe cantar os clássicos de cor. Sexta-feira é dia de voltar no tempo, sem abrir mão da animação do presente.

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