O Projeto Seis e Meia é uma iniciativa do Instituto de Estudos Sociais e Terapias Integrativas (IESTI) com patrocínio do Sebrae – MA
Depois do tributo à sambista Patativa, o Projeto Seis e Meia: Reencantando o Mundo volta-se agora para a Amazônia, tema que ganha relevância diante da aproximação da COP30 e do debate sobre a preservação da floresta, dos povos e dos modos de vida amazônicos.
A segunda edição do projeto acontece nesta quinta-feira, 30 de outubro, a partir das 18h30, com exposição fotográfica de comunidades rurais e shows com Josias Sobrinho, Carlinhos Arafé, Emanuele Paz e o Grupo Marabrass, artistas maranhenses consagrados no Prêmio Sebrae de Música Amazônia. O Projeto Seis e Meia é uma iniciativa do Instituto de Estudos Sociais e Terapias Integrativas (IESTI) com patrocínio do Sebrae – MA, que reafirma o compromisso em integrar música, cinema, artes visuais e convivência em um espaço de encontro aberto à comunidade, no Casarão da Rua da Palma, 323, no Centro Histórico de São Luís.
A programação iniciai às 18h30 com a abertura da exposição fotográfica em parceria com o MST do Maranhão, com curadoria de Sara Reis e produção de Isabela Leite, reunindo imagens que retratam o território, a natureza e a resistência em comunidades rurais. A exposição acontece.
Às 19h, o público acompanha a sessão de curtas da Mostra Ecofalante, com exibição de A Bata do Milho (Eduardo Liron e Renata Mattar, 16’) e Mensageiras da Amazônia (Joana Moncau e Coletivo Audiovisual Munduruku Daje Kapap Eypi, 17’).
Na sequência, às 19h30, o DJ Pedro Dread Lock assume o comando do som, abrindo caminho para o ponto alto da noite: os shows de Josias Sobrinho, Carlinhos Arafé, Emanuele Paz e o Grupo Marabrass, artistas maranhenses consagrados no Prêmio Sebrae de Música Amazônia, que se apresentam a partir das 20h.
O coordenador do projeto, Aziz Júnior, destaca que “o Seis e Meia nasce com a proposta de ampliar a oferta de atividades culturais no Centro Histórico, um território que respira memória mas ainda carece de iniciativas regulares e acessíveis. A ideia é criar um espaço de intercâmbio artístico, em que diferentes linguagens dialoguem e se encontrem, e, ao mesmo tempo, abrir oportunidades para artistas maranhenses mostrarem seu trabalho e se conectarem com novos públicos.”



