O movimento artístico Cacuriá, e sua origem a partir da Festa do Divino, recebe destaque na apresentação de “Chama Teté” com a participação de 13 bailarinos (Foto/Divulgação)
O Ateliê Contemporâneo Cia. De Dança se prepara para a estreia do espetáculo “Chama Teté” neste sábado (14), às 20h, no Teatro Arthur Azevedo. Outra sessão vai acontecer neste domingo (15), no mesmo horário e local, com ingressos ainda disponíveis na bilheteria online.
Com direção geral de Silvana Noely, o espetáculo presta uma homenagem, por meio da dança contemporânea, a história e legado de Dona Teté, batizada de Almerice da Silva Santos, umas das personalidades mais ilustres da cultura popular do Estado do Maranhão.
Dona Teté e sua influência
Segundo a diretora, o espetáculo utiliza da linguagem da dança contemporânea para retratar, de forma poética, o universo cultural e religioso da vida e obra de Dona Teté e sua influência presente na música, cultura, dança e história do Maranhão e, especialmente, na divulgação do movimento artístico que é o Cacuriá e sua origem a partir da festa do divino.
“Após mais de dois anos sem pisar nos palcos devido à pandemia , a Companhia de Dança retorna ao teatro com ânimo e celebrando Dona Teté, mulher disruptiva e autodidata para a sua época, que levou a nossa cultura para vários lugares”, orgulha-se Silvana Noely.
Sobre a Cia de Dança
O Ateliê Contemporâneo Cia. De Dança sempre aborda questões sociais e personalidade importantes em seus espetáculos, a exemplo do espetáculo “Clichê”, onde abordou o preconceito racial, e o espetáculo “Feminicídio”, onde, através da dança, discutem sobre o combate à violência e aos mais diversos crimes praticados contra as mulheres. Outra produção, que também vale destacar, é o espetáculo “Frida”, que aborda a vida e obra da pintora mexicana Frida Kahlo.



